Notícias



Busca

Pesquisa personalizada





Usina de Soluções Tecnologia da Informação

 

Genética

 

 

Cromossomo Y da Família Clemente de Souza:

Haplogrupo DYS#
R1b1b2 393 390 19 391 385a 385b 426 388 439 389-1 392 389-2
13 24 14 10 11 14 12 12 12 14 13 30
458 459a 459b 455 454 447 437 448 449 464a 464b 464c 464d
17 9 10 11 10 25 15 19 29 15 17 17 17

Certificado

Ancestral mais antigo conhecido:

Nome: Francisco Antonio Domiciano

Ano de Nascimento: aproximadamente 1840

Local: São João Del Rei - Minas Gerais - Brasil

 

Incidência do haplogrupo R1b:

 

Polimorfismos no cromossomo Y da linhagem masculina de descendentes apontam para uma origem africana para todos os humanos, mas nosso ancestral comum masculino, "Adão", viveu somente há 60.000 anos.

O cromossomo Y, assim como o DNA mitocondrial, são partes independentes de nossa composição genética e cada um conta uma diferente história de sucessivas mutações genéticas sobre os antepassados.
O resultado da análise do cromossomo Y da Família Clemente de Souza identifica que seus integrantes são membros do haplogrupo R1b, uma linhagem definida pelo marcador genético M343. Este haplogrupo é o destino final de uma jornada que se iniciou há 60.000 anos atrás com um antigo marcador genético chamado M168.

O amplamente difundido marcador M168 pode ser traçado até um único indivíduo chamado “Adão Eurasiático”. Este homem africano que viveu entre 31.000 e 79.000 anos é o ancestral comum a todas as pessoas não africanas de hoje em dia. Seus descendentes abandonaram a África e se tornaram a única linhagem a sobreviver fora do continente original dos humanos.

O crescimento populacional durante o Paleolítico Superior pode ter incitado a linhagem M168 a buscar outras regiões para caçar animais além das planícies, cruciais para sua sobrevivência. A humidade e o clima favorável havia disseminado tais animais por novas regiões, fazendo com que estes nômades simplesmente seguissem sua principal fonte de alimentação.

A arte rudimentar e as ferramentas de melhor qualidade surgiram durante este mesmo período, o que sugere importantes mudanças intelectuais e de comportamento. Estas mudanças podem ter sido incitadas por uma mutação genética que deu aos descendentes do “Adão Eurasiático” uma vantagem intelectutal em relação às outras linhagens humanas daquele tempo.

Entre 90% e 95% de todos os não-africanos são descendentes da segunda grande migração fora da África. Esta migração é definida pelo marcador M89.

Partindo da linhagem original do “Adão Eurasiático” (M168), o marcador M98 surgiu há 45.000 anos no Nordeste Africano e no Oriente Médio. Estes caçadores protagonizaram uma épica migração terrestre, disseminando-se por campos repletos de animais selvagens.

Muitos membros desta linhagem permaneceram no Oriente Médio, enquanto outros seguiram adiante cruzando os campos do Irã até chegar às vastas estepes da Ásia Central. Hordas de búfalos, antílopes, mamutes e outros animais de caça motivaram cada vez mais a exploração de novas terras por parte destes caçadores.

Como a maior parte da água da Terra ainda estava congelada, cobrindo uma grande parte do planeta com uma imensa capa de gelo, as estepes neste período iam do leste da França até a Coréia. Os caçadores da linhagem M89 viajaram de leste a oeste percorrendo estas vastas estepes com se fossem verdadeiras “highways” e povoando grande parte do continente.

Um grupo de descendentes do M89 continuou ao norte desde o Oriente Médio até a Anatólia e os Bálcãs, migrando para bosques e serras. Provavelmente não foram muito numerosos, contudo é possível se encontrar até hoje vestígios genéticos desta viagem.

Há 40.000 anos, nasceu um homem no Irã ou no sudeste da Ásia Central com um marcador genético único chamado M9, que marcou a nova linhagem separando-o do grupo M89. Seus descendentes passaram os próximos 30.000 anos povoando a maior parte do planeta.

A grande maioria dos habitantes do Hemisfério Norte conectam suas raízes com este extraordinário indivíduo e carregam seu peculiar marcador. Quase todos os ameríndios, além de quase toda a população do leste asiático possui o marcador M9, assim como a maioria dos europeus e indianos. O haplogrupo K, definido pelo marcador M9, é conhecido como “Clã Eurasiático”.

Esta linhagem dispersou-se gradualmente. Astutos caçadores seguiram as manadas que iam para o leste, cruzando um longo cinturão de estepes eurasiáticas até que as gigantescas cordilheiras do sul da Ásia Central bloquearam seus caminhos.

Durante a era glacial, as formidáveis cadeias montanhosas de Hindu Kush, Tian Shan e Himalayas dividiram as migrações no leste. Estas migrações através da região do “nudo Palmir” se trasformariam consecutivamente em marcadores genéticos adicionais.

O marcador M45 apareceu pela primeira vez aproximadamente há 35.000 - 40.000 anos em um homem que tornou-se o ancestral comum da maioria dos europeus e mais tarde de todos os nativos americanos. Este extraordinário indivíduo formou parte da linhagem M9, que seguiu pelo norte das montanhas de Hindu Kush até as ricas estepes do Cazaquistão, Uzbequistão e do sul da Sibéria.

A linhagem M45 sobreviveu naquelas estepes do norte mesmo nas baixíssimas temperaturas da glaciação. Enquanto as caças de grandes animais eram abundantes, estes habilidosos caçadores tiveram de adaptar seu comportamento ao cada vez mais hostil ambiente. Construíram refúgios com peles de animais e criaram vestimentas capazes de suportar os rigorosos invernos. Também melhoraram as pontas de quartzo de suas armas para compensar a escassez de materiais como o obsídio e outros minerais.

A inteligência que permitiu a esta linhagem se adaptar e prosperar em condições tão difíceis foi crítica para a sobrevivência em uma região onde se sabe que nenhum outro hominídeo conseguiu sobreviver.

Os membros do haplogrupo R são descendentes dos primeiros colonizadores em grande escala da Europa. A linhagem se define pelo marcador M173, que mostra uma jornada rumo ao ocidente por parte dos caçadores das estepes da Ásia Central portadores do M45.

Os descendentes do M173 chegaram na Europa há aproximadamente 35.000 anos e trataram imediatamente de deixar sua marca no continente. Famosas pinturas rupestres, como a de Lascaux e Chauvet, assinalam a repentina chegada de humanos com habilidades artísticas. Não existiram precedentes ou precursores artísticos antes de sua chegada.

Pouco depois da chegada desta linhagem na Europa, a era dos Neardertals chegou ao fim. Evidências genéticas comprovam que estes hominídeos não foram ancestrais dos humanos, mas uma ramificação sem saída na evolução. Os descendentes do M173, mais inteligentes e habilidosos, muito provavelmente venceram a batalha pelos escassos recursos na Idade do Gelo contra os neandertals e assim proclamaram seu final.

A longa jornada desta linhagem continuou tomando forma pela preponderância de gelo daquele tempo. Os humanos se viram obrigados a encontrar refúgio no sul, na Espanha, Itália e nos Bálcãs. Anos mais tarde, quando o gelo retrocedeu, migraram ao norte abandonando aqueles isolados refúgios e deixando um duradouro e denso rastro do marcador M173 por onde passaram.

Hoje, por exemplo, a freqüência deste marcador continua sendo muito alta no norte da França e nas Ilhas Britânicas, onde foi levado pelos descendentes do M173 que haviam escapado da glaciação na Espanha.

Os membros do haplogrupo R1b, definido pelo M343 são os descendentes diretos dos primeiros europeus modernos, conhecidos como “Homem de Cro-Magnon”.

O “Homem de Cro-Magnon” chegou à Europa há 35.000 anos durante um período em que os “Homens de Neandertal” ainda viviam na região. Estes detentores do marcador M343 tingiam suas roupas e construíam cabanas suficientemente sofisticadas para suportar o clima gelado do Paleolítico Superior. Usavam ferramentas relativamente avançadas confeccionadas a partir de pedra, osso ou marfim.

Jóias, adornos e as detalhadas e coloridas pinturas rupestres são vestígios da cultura surpreendentemente avançada do “Homem de Cro-Magnon” durante a última glaciação.

Quando o gelo retrocedeu, grupos geneticamente homogêneos recolonizaram o norte, onde estes já eram encontrados em grande quantidade. Aproximadamente 70% dos homens do sul da Inglaterra são R1b. Em partes da Espanha e da Irlanda o número ultrapassa 90%. Existem muitas sublinhagens pertencentes ao haplogrupo R1b que estão prestes a serem definidas.

 

Mapa da jornada dos ancestrais da Família Clemente de Souza:

 

 

DNA Mitocondrial da Família Clemente de Souza:

Haplogrupo HVR1

T2

Diferenças HVR1 do CRS

16126C

 

16240C

 

16294T

 

16304C

 

16519C

Certificado

 

Ancestral mais antiga conhecida:

Nome: Antonia Baisan

Ano de Nascimento: aproximadamente 1825

Local: Navolè-Gorgo Al Monticano/Oderzo - Treviso - Veneto - Brasil

 

Mapa da jornada dos ancestrais da Família Clemente de Souza:

 

 

O resultado da análise do mtDNA da Família Clemente de Souza identifica que seus integrantes são membros do haplogrupo T. Este haplogrupo é o destino final de uma jornada que se iniciou há 150.000 anos atrás com um antigo haplogrupo de DNA Mitocondrial chamado L3.

O haplogrupo L3 ocorre somente na África. Embora suas derivações são encontradas por todo este continente, seus subgrupos são mais comuns na África Oriental.

"Eva Mitocondrial", a ancestral comum de todos os humanos vivos, nasceu na África à 150.000 anos. Toda a diversidade de DNAs mitocondriais existente surgiu com Eva e permanece espantosamente até hoje na África.
O DNA mitocondrial, assim como o cromossomo Y, são partes independentes de nossa composição genética e cada um conta uma diferente história de sucessivas mutações genéticas sobre os antepassados.

Os mais antigos fósseis (com anatomia dos humanos modernos) conhecidos foram encontrados no Omo River Valley da Etiópia. Os esqueletos, batizados de Omo I e Omo II, datam de aproximadamente 195.000 anos. Embora o haplogrupo L3 não apareça fora da África ele é uma importante prova das migrações humanas deste continente para o restante do planeta.

Um único indivíduo da linhagem L3 gerou os descendentes que formaram os haplogrupos M e N há 80.000 anos. Todas as linhagens de mtDNA da Eurásia são descendentes destes dois grupos.

A Era do Gelo africana foi caracterizada muito mais por ter sido um período seco e árido que por um período gelado propriamente dito. Mas há 50.000 anos, um período de temperaturas mais amenas fez com que existissem algumas partes habitáveis no Saara. Estas mudanças climáticas provavelmente incitaram a migração de caçadores para as estepes do Saara e proximidades.

O haplogrupo N (derivado do L3) partiu destas estepes do Saara cruzando a Geórgia (entre o Mar Negro e o Mar Cáspio) na direção do leste do Mar Mediterrâneo, onde coexistiram com outra raça de hominídeos denominada Neandertais.

Quase todas as linhagens mitocondriais encontradas no Oriente Próximo e na Europa descendem do haplogrupo N, sendo este haplogrupo considerado o principal haplogrupo do ocidente eurasiático. Atualmente, este haplogrupo é prevalente na Turquia e no Mediterrâneo oriental.

Do haplogrupo N derivou o haplogrupo R (há 35.000 anos), e logo na sequência, o haplogrupo T (mutações genéticas mitocondriais 16126C, 16294T e 16519C).

Acredita-se que o haplogrupo T tenha partido do Oriente Próximo e chegado ao norte da Itália há aproximadamente 17.000 anos.

Este haplogrupo era composto basicamente por caçadores, coletores e pescadores de subsistência que ocuparam a Crescente Fértil (Turquia oriental e norte da Síria). Em um determinado momento tornaram-se agricultores ao plantar algumas das sementes que colhiam. Surgia assim a era Neolítica. Estas plantações tornaram-os capazes de viver em grandes populações em um modo de vida mais sedentário.

Bryan Sykes em seu livro "Seven Daughters of Eve" chamou este haplogrupo mitocondrial de Tara. Hoje, a linhagem T é encontrada mais freqüentemente nos Montes Urais, na região do Mar Báltico no oeste da Eurásia, Rússia e Belarus. Dentre alguns famosos que pertenceram a este haplogrupo temos a família Romanov (czares da Rússia por 3 séculos) e Jesse James (fora-da-lei e maior pistoleiro do Velho Oeste Americano).

Família Romanov

O subgrupo T2 possuia, além das mutações do haplogrupo T, uma mutação genética mitocondrial no 16304C. A população do T2 corresponde a 20% da população dos subgrupos derivados do haplogrupo T, sendo o T2 mais comum na circunferência com centro na Eslováquia e raio de aproximadamente 1000 km. Finalmente, a família Clemente de Souza é uma derivação do subgrupo T2 que inclui uma nova mutação genética mitocondrial no 16240C. Esta variante do T2 deve ser encontrada do norte da Itália até a Turíngia (centro da Alemanha). Os ancestrais mais antigos conhecidos da Família Clemente de Souza viveram no nordeste da Itália há pelo menos 200 anos. Curiosamente, a rara mutação 16240C acontece com alta frequência no haplogrupo H (também derivado do haplogrupo R), na população do norte da Rússia.

 

Migrações posteriores:

 

Mapa da jornada dos ancestrais da Família Thom de Souza:

 

As migrações mais recentes da família (últimos 150 anos) para o Brasil é representada nos mapas abaixo:

 

 

Voltar