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História da Família Domiciano História da Família Domiciano - Idade Contemporânea II 
Patrocínio Domiciano, filho de Pedro Domiciano e neto de Francisco Antonio Domiciano nasceu em 12 de junho de 1915 na zona rural do antigo município de Buritys (atual Buritizal-SP), casou-se com Maria Barroso em 21 de outubro de 1943 em Ituverava-SP e faleceu em 15 de novembro de 2010 na cidade de Miguelópolis-SP.

Patrocínio Domiciano
Buritizal:
Buritys foi fundada em 1873, por Manoel Dias Cardoso, Manoel Martins Ferreira Costa, José Ignácio dos Santos e João Damásio Ramos. Mudou sua denominação para Buritizal em 1944 e seu nome é uma alusão às várias palmeiras Buriti (Mauritia flexuosa) existentes nas veredas do município. Buritizal possui pouco mais de 3 mil habitantes.

Brasão de Buritizal - São Paulo
Armas: Duas palmeiras de buriti (buritizal significa uma plantação de buritis). As flores ao redor são o símbolo do santo patrono da cidade, Santa Maria. A cor dourada no fundo indica a opulência da cidade.
O escudo é cercado por ramos de café e milho, os principais produtos agrícolas cultivados na região.
Ituverava:
A história de Ituverava remonta ao bandeirantismo e, em seguida, ao fluxo de ocupação do centro-oeste brasileiro, onde foi estabelecido um posto de abastecimento para tropeiros e surgiu uma pequena comunidade de proprietários rurais. No início de sua fundação, pelo Alferes João Alves de Figueiredo em 16 de julho de 1818, quando da construção da Capela do Carmo, a região fazia parte do “Velho Caminho de Goiás”. Aos 10 de março de 1885, foi elevada à categoria de município e deixou de ser o Distrito de Paz de Nossa Senhora do Carmo da Franca do Imperador, para ser Ituverava, em tupi, “Salto Brilhante”.
A partir das trilhas deixadas pelos bandeirantes, assentaram-se os trilhos de estradas de ferro e, em seguida as rodovias, com a expansão da cultura cafeeira. Atualmente, pouco resta de sua arquitetura inicial, contabilizando-se alguns casarios antigos, o museu e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, erguida pelos próprios escravos em 1820 e freqüentada à época pelos mesmos.
Ituverava possui aproximadamente 40 mil habitantes.
Outros Domicianos da região de Ituverava:
Canuto Domiciano (nascido por volta de 1910) - pai de Canuto Domiciano Filho (de Ituverava-SP)
Antônio Domiciano Pinto - casou-se com Ana Flauzina Diniz e foram pais de José Domiciano Pinto Sobrinho. José Domiciano Pinto Sobrinho nasceu em 1893 em Ituverava, SP, Brasil. Ele casou-se com Maria Valentina Diniz em 1 maio 1918 em Ituverava, SP, Brasil.
Domiciano Alves - Em 20 de junho de 1850 nascia em Igarapava, Domiciano Alves Ferreira, filho de Antônio Alves Ferreira e Maria Francisca da Silveira, que ficou mais conhecido como Xanico. Cursou o colégio do Padre Zeferino. Casou-se em Batatais, aos 17 anos, com Ana Hipólito de Castilho, filha de seus avós Domiciano Alves Ferreira e Balbina Hipolita de Castilho. Continuou residindo em Igarapava, onde tinha uma casa comercial. Em 1884 mudou-se para Garimpo das Alagoas–MG. Em 1888 adquiriu em Frutal a casa comercial "Jardim, Braga & Cia". Em 1894 deixou o comércio, dedicando-se à agrimensura, medindo e dividindo muitas fazendas. Em 1892 exerceu o cargo de agente municipal (prefeito), em Frutal, por um triênio. No ano de 1893 recebeu nomeação do Governo Federal de Coronel Comandante Superior da Guarda Nacional da Comarca de Frutal. Mudou-se para Barretos em 1899, exercendo o cargo de agrimensor. Em Barretos foi vereador por várias vezes, foi intendente, vice-prefeito municipal de 1908 a 1910. Faleceu aos 62 anos, no dia 6 de janeiro de 1913.

Brasão de Ituverava - São Paulo
Miguelópolis:
Assim como toda a região próxima à margem do Rio Grande (divisa entre os Estados de São Paulo e Minas Gerais), Miguelópolis começou a ser habitada por índios caiapós procedentes do norte do Mato Grosso. Esta tribo realizou realizou sua jornada ao longo dos séculos 17 e 18 subindo o Rio Araguaia até a Serra do Caiapó (atual Parque Nacional das Emas) e, seguindo pelas proximidades do Rio Aporé, até encontrarem o Rio Grande. No início do século 19, a cidade foi povoada por pecuaristas da Serra da Mantiqueira e seus escravos. No final do século 19, para trabalhar na construção da ferrovia que ligava o Norte ao Centro do estado de São Paulo a cidade recebeu imigrantes portugueses (inclusive da ilha da Madeira), italianos, espanhóis, libaneses e japoneses. Em 1910 surge a vila de São Miguel de Arcanjo. O nome do município foi dado pelos fazendeiros Jacinto Felizardo Barbosa e Capitão Hilário Alves de Freitas, os quais doaram terras para a formação do Patrimônio, em que foi erguida uma capela ao padroeiro da cidade, São Miguel Arcanjo. Em 1927 chegou a Distrito de Paz recebendo o nome de Miguelópolis. A cidade possui aproximadamente 20 mil habitantes.

Brasão de Miguelópolis- São Paulo
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